25 de ago de 2016

Equipe

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Há muitos anos, Tom era funcionário de
uma empresa muito preocupada com a educação.

Um dia, o executivo principal decidiu que ele
e todo grupo gerencial – um total de 12 pessoas –
deveriam participar de um curso de sobrevivência,
que tinha a forma de uma longa corrida de obstáculos.
A prova era cruzar um rio violento e impetuoso.

Para a surpresa de todos pela primeira vez o
grupo gerencial foi solicitado a dividir-se
em três grupos menores de quatro pessoas para a
superação daquele obstáculo.

Os grupos eram: A, B e C.
O grupo A recebeu quatro tambores de óleos vazios,
duas grandes toras de madeira, uma pilha de tábuas,
um grande rolo de corda grossa e dois remos.

O grupo B recebeu dois tambores,
uma tora e um rolo de barbante.

Já o grupo C não recebeu recurso nenhum para
cruzar o rio; eles foram solicitados a usarem
os recursos fornecidos pela natureza, caso
conseguissem encontrar algum perto
do rio ou na floresta próxima.

Não foi dada nenhuma instrução a mais.
Simplesmente foi dito aos participantes que
todos deveriam atravessar o rio dentro
de quatro horas.

Tom teve a “sorte” de estar no grupo A,
que não levou mais do que meia hora para
construir uma maravilhosa jangada.
Um quarto de hora mais tarde, todo o grupo
estava em segurança e com os pés enxutos no
outro lado do rio,
observando os grupos em sua luta desesperada.

O Grupo B, ao contrário, levou quase duas horas
para atravessar o rio. Havia muito tempo que
Tom e sua equipe não riam tanto como no momento
em que a tora e dos dois tambores viraram com os
gerentes financeiro,
de computação, de produção e de pessoal.

E o melhor estava por vir.
Nem mesmo o rugido das águas do rio era suficiente
para sufocar o riso dos oito homens quando o grupo C
tentou lutar contra as águas espumantes.
Os coitados agarraram-se a um emaranhado de galhos,
que estavam se movendo rapidamente com a correnteza.

O auge da diversão foi quando o
grupo bateu em um rochedo,
quebrando os galhos.
Somente reunindo todas as forças que
lhes restavam foi que o último membro do grupo C,
o gerente de logística, todo arranhado e com os
óculos quebrados conseguiu atingir a margem,
200 metros rio abaixo.

Quando o líder do curso voltou,
depois de quatro horas, perguntou:

- Então como vocês se saíram?
O grupo A respondeu em coro:
- Nós vencemos! Nós vencemos!

O líder do curso respondeu:

- Vocês devem ter entendido mal.
Vocês não foram solicitados a vencer os outros.
A tarefa seria concluída quando os três grupos
atravessassem o rio dentro de quatro horas.

Nenhum deles pensou em ajuda mútua,
nem sonhou em dividir os recursos
(tambores, toras, corda e remos)
para atingirem uma meta comum.
Não ocorreu a nenhum dos grupos coordenar
os esforços e ajudar os outros.
Foi uma lição para todos no grupo gerencial.

Todos caíram direto na armadilha.
Mas naquele dia, o grupo aprendeu muito a respeito
de trabalho em equipe e de lealdade
em relação aos outros.

Moral da história
Se parássemos de encarar a vida e as pessoas
como um jogo e milhões de adversários,
muito provavelmente sofreríamos menos,
compreenderíamos mais os problemas alheios e
encontraríamos muito mais conforto no
abraço de cada um.

Mas, infelizmente, nos enxergamos como rivais,
como se estivéssemos em busca de um tesouro tão
pequeno que só poderia fazer
vitorioso a uma única pessoa.
Ledo engano: o maior prêmio de nossa existência
está na capacidade de compartilharmos a vida!

DICA
Estamos todos no mesmo barco!
Experimente acolher ao invés de julgar,
perdoar ao invés de acusar e
compreender ao invés de revidar!
É difícil, sem dúvida!
Mas é possível e extremamente gratificante.
A vida fica mais leve, o caminho fica mais
fácil e a recompensa, muito mais valiosa.

A EQUIPE FAZ A FORÇA

PAZ E LUZ PARA TODOS VOCÊS!!!
  
-:¦:- E -:¦:-

Um Dia Abençoado para todos!!

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